quarta-feira, 3 de abril de 2013

Hoje a gente apresentou um trabalho sobre Memórias de um Sargento de Milícias, mas como eu tô sem paciência de fazer uma resenha caprichada pra ele vou colocar só uma música que a gente utilizou no trabalho. Aproveitem!



O Vagabundo

Engenheiros do Hawaii

Um vagabundo como eu
Que vivo a vida a procurar
Alguém que siga
Ao meu caminho
E veja tudo como eu...
Se caminhando eu encontrar
Alguém que pensa como eu
Será o fim dessa estrada
E finalmente irei parar...
Contando os dias
Esperarei!
E de passo em passo
Eu procurarei e acharei
Acharei! Acharei! Acharei!...
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero dessa vida
Ter um amor, somente meu
Ter um amor, somente meu...
Se caminhando eu encontrar
Alguém que pensa como eu
Será o fim dessa estrada
E finalmente irei parar...
Contando os dias
Esperarei!
E de passo em passo
Procurarei e acharei
Acharei! Acharei! Acharei!...
Um vagabundo como eu
Também merece ser feliz
Pois eu só quero dessa vida
Ter um amor, somente meu
Ter um amor, somente meu...

Iracema



Meu objetivo com essa resenha é ter a certeza de que eu aprendi alguma coisa e não só reclamei do livro. Iracema pode até ser chato, mas ele vai muito além das cento e doze páginas.
O livro conta a história da índia tabajara que se apaixona por um guerreiro português de nome Martim. Esse português se torna hóspede na cabana do pai da índia, o pajé Araquém, e logo um amor entre o europeu e a tabajara começa a nascer. Porém esse amor possui empecilhos, Iracema é a guardiã do segredo da jurema e deve permanecer virgem, além disso o chefe guerreiro da tribo, Irapuã, é apaixonado pela virgem e fará de tudo para tirar Martim do caminho.
Convencido por Iracema a fugir, o português encontra auxilio em seu amigo Poti, da tribo dos pitiguaras. Porém antes da fuga a índia se entrega a ele e se torna sua esposa. Juntos os três se estabelecem numa praia e lá, Martim agora Coatiabo, junto com Poti caça enquanto Iracema, já grávida colhe frutos e o espera. A virgem no entanto percebe que seu amado está fugindo dela e isso a deixa triste. Quando uma guerra ameaça acontecer entre os pitiguaras e seus inimigos, Coatiabo e Poti partem para lutar e a índia fica sozinha. No regresso ele encontra a amada já muito debilitada e esta lhe entrega a criança e morre.
Bom, eu não gostei do livro. A linguagem é desagradável, o enredo não é tão bom assim e o Brasil recém-descoberto não é o melhor cenário. Porém é notável todas as influências que Alencar usa no livro e a contribuição deste para o Romantismo no Brasil. No entanto não é um livro que eu indicaria pra ninguém.

Antes mal acompanhada que solteira



Outro livro que me chamou atenção pelo título.Num mundo em que as pessoas detestam ficar sozinhas mas continuam reptindo "antes só do que mal acompanhada", é chocante ver que alguém pensa diferente.
Tracey é gorda, bebe, fuma,é insegura e paranoica e em muito me lembra todos os meus medo bobos. Ela tem um namorado lindo, começando a carreira de ator,musculoso,tudo de bom. Porém ele está indo passar três meses fora sem elaeai começa a aparecer toda a dependência delaem relação a ele.
Cheio de reviravoltas,é um livro gostoso de ler, divertido e faz a gente pensar que talvez somos um pouco Tracey, eestamos deixando passar muitos Buckley enquanto corremos atrás dos nossos Will.


Love You, Hate You, Miss You



Quando vi o título desse livro pela primeira vez imagieni que seria mais uma história melosa de amor, sobrenatural ou não.Por isso o livro me surpreendeu bastante,então deixemos de lado o preconceito com o título.
O livro conta a história de Amy uma garota de dezesseis anos que perdeu sua melhor amiga e tem um sério problema com bebidas. A história já começa com ela saindo da clínica onde estava e tendo que se adaptar a vida em casa,as visitas a psicóloga e a falta que lhe faz sua amiga
Muito mais profunda do que uma histórinha pra adolescente, o livro faz pensar sobre as nossas escolhas e as consequencias delas para nossa vida. Uma leitura nem tão leve assim, mas que vale muito a  pena.

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Hoje na sala ouvi uma coisa que me deixou muito chocada: umas adolescentizinhas querendo tirar onda de mulheres e combinando se vai ou não ter bebida numa festa. Ai você, querido leitor ( se é que existe algum), me pergunta e você também não é uma dessas adolescentizinhas? No fundo acho que nem sou. Sou mais uma jovem senhora de quarenta anos no corpo de uma jovem de quinze. Não sei ser simplesmente assim, festeira e beber. Além do mais beber deveria ser ilegal para menores de idade.
Mas não é por isso, não bebo porque acho feio. Acho feio mulher beber, socialmente até que vai, mas beber ao ponto de ficar bêbada? E vem lá as minhas coleguinhas me falar que vão tomar todas numa festa. Poxa meninas, cadê a decência de você? A classe a cultura, cadê o respeito?
No fundo, no fundo acho que nasci na época errada.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Existem dias e dias. Tem dias que  quer ficar no computador sem fazer mais nada nem falar com ninguém, tem dias que você quer falar comas pessoas nem que seja um "oi, tudo bem?", tem dias que você quer ser notado, quer que as pessoas prestem atenção em você e tem dias que você não quer nada só existir. Tem dias que eu choro por tudo, e dias que me irrito por bobeira, também tem dias em que dou risada do vento. tem dias que eu penso no futuro, outros no passado e ainda outros nos dois. Mas os que eu gosto mais são os dias em que vivo o presente, vivo e esqueço de ficar me incomodando. Porque por mais problemática, por mais que eu reclame, o que eu gosto mesmo é de viver.

- Gabrielli Silva