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terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Comentário sobre o livro "A DANÇA DOS DRAGÕES'

"Esse livro foi melhorando gradativamente. Começou um saco e terminou motherfucker. Sobre os personagens: 
Daenerys: Ela nesse livro só mostrou o quanto estava distante do sangue do dragão, do seu reino, de ser A Rainha, ela foi mhysa, uma mãe que fez de tudo por seus filhos só esqueceu que aqueles que antes de ajudar alguém ela precisava se firmar ser alguém. Ela se perdeu muito principalmente com Daario (gente odeio esse homem) e todos aqueles nojentos de Meeren.
Tyrion: Bem verdade eu acho ele inteligente porém não gosto como personagem. Ele foi um saco boa parte do livro com essa história de pra onde a porra das putas vão e matei papai o leão do rochedo. Foda-se, matou acabou. Também não gosto de Merreca, muito idiotinha. Mas no fundo tenho esperanças de que o duende, o urso e o ousado façam a khaleesi enxergar onde deve estar. Tyrion é inteligente demais pra ficar longe do poder. 
Arya: Personagem preferida. Faz merda atrás de merda as vezes, tenho lá minhas desconfianças com o templo do Deus de muitas faces, mas tenho esperança de que ela tem um grande papel nisso tudo. Ela aprendeu e viveu muito. Cersei: De leoa do rochedo para gatinha de rua. Quero ver como ela vai lidar com os acontecimentos do epílogo e no fundo eu gosto dessa mulher mesmo ela sendo uma vadia. Ela queria no básico (minha tola compreensão prevalecendo aqui), ser Jaime, queria ficar com ele, lutar, ter o Rochedo. Sempre foi o filho que o pai pediu aos sete. Ela quis poder e proteger o filho e imaginou que conseguiria tudo isso seduzindo, uma pena que Margaery apareceu. 
Jaime: Tênue relação entre te odeio, tenho pena de você,gosto de você. Aposto que no próximo livro é amor. Ele mostrou ser mais que o Regicida e é o maior exemplo depois do Cão de Caça de que ninguém é totalmente mal. Espero que Briennão não tenha levado ele para Cat louca. Davos: Não tenho saco pros capítulos dele mas quero saber o que aconteceu. 
 Bran: O macumbeiro da galera. Ainda acho que ele vai salvar todo mundo e creio que ele estava falando com Theon no bosque sagrado.
Theon: Outro exemplo. Eu odiei Theon quando achei que ele tinha matado os Starks mais novos, odiei por ter traído o Robb e tive pena por ser filho de Balon, irmão de Asha. Tive ódio quando ele tomou o Winterfell. Mas agora sinto pena ninguém é tão cruel nessa história a ponto de merecer Ramsay exceto Walder Frey. Virar Fedor foi terrível, mas tenho esperanças de que ele se recupere e vire pelo menos um bom conselheiro e consiga salvar Jeyne apesar de que não gosto dela. 
Asha: Uma narradora diferente e a única que contava o que aconteceu com Stannis (ainda estou curiosa sobre como ele morreu), ela é uma lula gigante apesar dos pesares e acredito que irá sobreviver ou não sei lá. 
Barristan: Eu não ia muito com a cara dele mas com os capítulos deu pra perceber que ele é um cara legal, parecido um pouco com a honra de Ned Stark. 
Quentyn: Burro. Fez burrada. Cagou tudo. O guarda que eu esqueci o nome: Gosto de ver a análise do que acontece em Dorne e os pensamentos de Doran aquele é um sábio. 
Connington: Aegon no poder \o Brincadeirinha quero que ele case com a Mãe dos dragões bote uma ordem na porra de Westeros. 
Melisandre: Arrasa nos inimigo. Deseja a todos vida longa ou não k. Quero saber sobre o passado dela. SOBRE JON SNOW SPOILER ALERT
Tu tinha tudo pra fazer as coisas certas mas não ouviu a Red Woman sempre ouça Mel, seu sabe nada. Não to processando, continue em Fantasma. Snow <3

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Encontro às cegas - 227 dias para arranjar um namorado


Nessas férias minha mente precisava relaxar e nada melhor que ler romances leves. Esse foi um dos meus escolhidos pela história fora do convencional o que sempre me chama atenção nos livros. O livro fala sobre Lucía irmã mais velha de 30 anos solteira, que ao ver a caçula da família se casar e sua mãe fazer uma profecia de que ela iria ao casamento sozinha resolve mudar as coisas. Durante a história ela faz várias trapalhadas, é irônica e pessimista. O mais legal do livro pra mim foi que eu acabei me surpreendendo com o final( se bem que na metade mais ou menos comecei a ter uma noção); uma das coisas mais legais são as reflexões dela sobre a sociedade, os conceitos de relacionamento e o comodismo. No fundo toda mulher é insegura algumas mais que outras e de vez em quando bate um medo de ficar sozinha pra sempre, não achar sua outra metade ou perder muito tempo com as metades de outras pessoas. Um livro leve e fora do romance convencional.

A probabilidade estatística do amor à primeira vista

A Probabilidade Estatística do Amor À Primeira Vista
Tem gente que acredita em amor à primeira vista e tem gente que não. Eu me encaixo nas pessoas que acreditam que você pode sim se conectar de uma maneira tão intensa com uma pessoa que viu apenas uma vez apesar da probabilidade ser bem pequena. O livro conta a história de Hadley uma garota indo para o casamento do pai, mas que não se sente mais tão confortável perto dele desde que se separou de sua mãe. Acaso ou coincidência ela perde voo e enquanto espera pelo próximo conhece Oliver, um britânico charmoso. A história deles dois é muito fofa e faz você querer encontrar algo assim e ter uma história pra contar. Mais que isso o livro traz a tona as relações familiares e as implicâncias de uma separação. Eu gostei bastante, é divertido e bastante romântico.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

Lonely Hearts Club


"January to december, do you want to be a member...."

Eu comecei a ler esse livro porque o título é o mesmo de uma música que eu adoro e a história prometia ser divertida.
O livro conta a história de Penny um garota cansada de sofrer por babacas, de ver suas amigas sofrendo e mudando por caras que não valiam a pena. Pensando nisso ela cria um clube onde a regra principal é: NADA DE NAMORADOS, pelo menos nenhum dos caras do colégio. Aos poucos várias garotas vão fazendo parte do clube e aprendendo a valorizarem a si mesma, o valor da amizade verdadeira, aprendendo a serem unidas.
Me identifiquei muito com Tracy que começa a história querendo sim saber de caras, querendo namorar e aos poucos percebe que as coisas não precisam ser assim. Uma leitura leve e com um toque de romance pra descontrair.

Música que me fez ler o livro:


domingo, 18 de agosto de 2013


Todo mundo conhece a história de Julieta e Romeu de cor até, o amor verdadeiro que levou a morte. Mas e se eu te dissesse que Romeu matou Julieta em troca da vida eterna e que durante os últimos séculos os dois vem se odiando? Pois é surpreendente.
Esse livro é assim. Romântico ao ponto do meloso, com uma protagonista não tão inteligente, mas ainda assim divertido e instigante. As tiradas sarcásticas e o humor sombrio tornam os personagens diferentes do clichê. No entanto o livro ainda passa a ideia do amor eterno, verdadeiro e capaz de mudar tudo.

Confesso que eu nunca tive muito interesse em ler esse livro e só acabei pegando porque já tinha lido todos os outros da biblioteca do colégio.
Ele conta a história de Kim e Krickitt um casal que se ama muito. Dois messes depois de se casarem ela sofre um acidente e perde uma parte da memória, esquecendo dessa maneira quem é o marido.
Me apaixonei pelo livro ao ler na orelha uma declaração de Kim para a esposa. É um livro excelente que nos dias de hoje nos faz pensar sobre os valores da família, da fé e dos desafios que o amor verdadeiro enfrenta. Apesar de não ser fã desse tipo de livro confesso que me surpreendi ao gostar da história, verídica, diga-se de passagem, desse casal.
PS: O filme consegue até ser melhor do que o livro. Assista, porém não se decepcionem ao ver que o roteiro muda muita coisa.





    Vamos começar falando que sim, em alguns pontos me lembrou Jogos Vorazes, porém a história era tão boa que simplesmente esquecia.
   Num futuro distante na monarquia de Illéa, vive America Singer, uma garota de forte personalidade e muito talento presa na casta 5. Chega a época da seleção para definir quem será a próxima princesa e todas as garotas de dezesseis anos são convidadas à participar. A família de America quer que ela participe, mas isso vai contra todos os seus princípios.
    O livro conta a história dela e de todas as suas escolhas numa sociedade arbitrária e injusta. É surpreendente o modo como as coisas acontecem e o livro é maravilhoso, uma dica: Leia os agradecimentos no fim, eu realmente me emocionei.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Madame Bovary



O livro começa contando a história de Charles Bovary um garoto que graças ao esforços da mãe cresceu na vida e se tornou um médico razoável. Depois da morte de sua primeira mulher ele se casa com Emma Rouault filha de um de seus clientes.
Emma é uma moça sonhadora que leu muitas romances e tem na cabeça a ideia de crescer na vida, se tornando uma dama da sociedade, frequentando bailes e tendo um grande amor. Porém logo nos primeiros meses de casamento ela percebe que não ama Charles, que é uma pessoa rasa e sem conversação ou qualquer coisa parecida. Com o decorrer do tempo ela começa a sofrer de crises nervosas e tudo a chateia, percebendo isso ele propicia a mudança dos dois para uma cidade ligeiramente maior estando ela então já grávida.
Na outra cidade Emma conhece Léon o locatário do farmacêutico que ajuda Charles e consequentemente ela percebe ter com ele muito mais em comum, despertando em seu coração já a muito aborrecido uma paixão. Porém Léon se muda para Paris sem nem ao menos haver uma real aproximação entre eles.
Enquanto Léon está em Paris, o tempo passa e Emma conhece Rodolphe que desperta nela uma nova paixão. Ela se entrega a Rodolphe e juntos vivem um amor que a consome, ela compra roupas caras para si e presentes para ele, chegando ao ponto de planejarem fugir juntos até que na última hora ele decide não estragar com a vida dela.
Madame Bovary entra então numa profunda depressão da qual começa a sair finalmente após quarenta e três dias, e Charles a leva para uma ópera numa cidade vizinha. Lá ela se reencontra com Léon e os dois se tornam amantes, Emma continua a se endividar e quando essas pendências são cobradas ela se vê em desespero e recorrendo a tanto a Léon como a Rodolphe recebendo negativas decide tomar arsênico pondo um fim a usa vida.
Madame Bovary é um livro cansativo. As descrições tornam o livro maçante e Emma é insuportável. Pode até ser um retrato social da época, porém a futilidade e o não contentamento dela são irritantes. De princípio percebe-se uma crítica ao romantismo ao falar que Emma sonhava com um cavaleiro e ter toda aquela vida dos romances que lia.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

O Jogo do Anjo


 




   Esse livro veio para as minhas mãos de um jeito bem anti-convencional. Eu vi o título, li a sinopse algum tempo atrás e quando vi na promoção comprei, sem nem ao menos saber qual era realmente a história e se valia a pena. Só comprei. Quando comecei a ler veio aquela sensação de arrependimento, de ai meu Deus que livro chato por que eu comprei, como sempre fui perseverante e não desisti. Posso dizer agora que valeu a pena.
 O livro conta a história de David Martín, um ninguém na Barcelona dos anos 20 que almeja ser um escritor de sucesso como seu mentor Pedro Vidal. Quando aparece uma oportunidade para que ele possa seguir então nessa carreira a agarra com todas as forças. Nesse meio tempo é importante dizer que David nutre um certo amor platônico pela bela filha do motorista de Vidal, Cristina.
  No entanto ele se sente vendido aos seus editores, dos babacas que só pensam em lhe explorar. Surge então a figura de Andreas Corelli um misterioso fã e editor que deseja de David um livro absolutamente fora do comum. Ao mesmo tempo amedrontado e fascinado por tudo aquilo que o  Sr. Corelli pode oferecer ele aceita a tal proposta e se vê entregue a todas as consequências disso.
  Enquanto os fatos se desenrolam o leitor acaba conhecendo mais sobre David, Pedro Vidal, a bela Cristina e tantos outros personagens impactantes. 
  É um livro excelente, desde a maneira como os fatos são narrados até  os clímax diversos que prendem o leitor e o amedrontam como foi no meu caso. O inicio pode ser um pouco cansativo mas o final vale realmente a pena.

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Iracema



Meu objetivo com essa resenha é ter a certeza de que eu aprendi alguma coisa e não só reclamei do livro. Iracema pode até ser chato, mas ele vai muito além das cento e doze páginas.
O livro conta a história da índia tabajara que se apaixona por um guerreiro português de nome Martim. Esse português se torna hóspede na cabana do pai da índia, o pajé Araquém, e logo um amor entre o europeu e a tabajara começa a nascer. Porém esse amor possui empecilhos, Iracema é a guardiã do segredo da jurema e deve permanecer virgem, além disso o chefe guerreiro da tribo, Irapuã, é apaixonado pela virgem e fará de tudo para tirar Martim do caminho.
Convencido por Iracema a fugir, o português encontra auxilio em seu amigo Poti, da tribo dos pitiguaras. Porém antes da fuga a índia se entrega a ele e se torna sua esposa. Juntos os três se estabelecem numa praia e lá, Martim agora Coatiabo, junto com Poti caça enquanto Iracema, já grávida colhe frutos e o espera. A virgem no entanto percebe que seu amado está fugindo dela e isso a deixa triste. Quando uma guerra ameaça acontecer entre os pitiguaras e seus inimigos, Coatiabo e Poti partem para lutar e a índia fica sozinha. No regresso ele encontra a amada já muito debilitada e esta lhe entrega a criança e morre.
Bom, eu não gostei do livro. A linguagem é desagradável, o enredo não é tão bom assim e o Brasil recém-descoberto não é o melhor cenário. Porém é notável todas as influências que Alencar usa no livro e a contribuição deste para o Romantismo no Brasil. No entanto não é um livro que eu indicaria pra ninguém.

Antes mal acompanhada que solteira



Outro livro que me chamou atenção pelo título.Num mundo em que as pessoas detestam ficar sozinhas mas continuam reptindo "antes só do que mal acompanhada", é chocante ver que alguém pensa diferente.
Tracey é gorda, bebe, fuma,é insegura e paranoica e em muito me lembra todos os meus medo bobos. Ela tem um namorado lindo, começando a carreira de ator,musculoso,tudo de bom. Porém ele está indo passar três meses fora sem elaeai começa a aparecer toda a dependência delaem relação a ele.
Cheio de reviravoltas,é um livro gostoso de ler, divertido e faz a gente pensar que talvez somos um pouco Tracey, eestamos deixando passar muitos Buckley enquanto corremos atrás dos nossos Will.


Love You, Hate You, Miss You



Quando vi o título desse livro pela primeira vez imagieni que seria mais uma história melosa de amor, sobrenatural ou não.Por isso o livro me surpreendeu bastante,então deixemos de lado o preconceito com o título.
O livro conta a história de Amy uma garota de dezesseis anos que perdeu sua melhor amiga e tem um sério problema com bebidas. A história já começa com ela saindo da clínica onde estava e tendo que se adaptar a vida em casa,as visitas a psicóloga e a falta que lhe faz sua amiga
Muito mais profunda do que uma histórinha pra adolescente, o livro faz pensar sobre as nossas escolhas e as consequencias delas para nossa vida. Uma leitura nem tão leve assim, mas que vale muito a  pena.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

A culpa é das estrelas



A Culpa é das Estrelas
Primeiramente eu nunca tinha lido uma sinopse desse livro ou qualquer outra coisa, só uns trechos até que uma amiga minha comprou. E ela se encantou com a história e insistiu para que eu lesse, mas como eu tinha outros livros em meta ele foi ficando pra depois. Quando li a declaração de Markus Suzak na capa do livro pensei: Poxa se ele que é o autor de um dos meus livros preferidos pensa isso então deve ser muito bem, mas duvido que vá chorar.
Eu geralmente tento ser imparcial nas minhas resenhas, contar a história e só por último comentar o que eu achei, mas esse livro é diferente. Ele não é mais um drama fofo em que você torce pelo casal e eles ficam juntos no final, não é uma história de suspense e nem mesmo uma comédia porém consegue ser tudo isso.
O livro conta a história de Hazel uma garota que tem dezesseis anos e um câncer de tireoide. Ela tem que conviver com a certeza de que sua doença é terminal e de que pode não ter muito mais tempo de vida. E esse livro é sobre ela e sim tem um carinha pelo qual ela se apaixona, mas não pense você que isso vira um melodrama, o livro vai te surpreender.
Sobre tudo mais eu queria deixar claro que não gosto desse tipo de livro em que um deles tem uma doença terminal e tudo gira em torno disso, não gosto e ponto. A culpa é das estrelas porém não é um livro sobre um dos dois que tem uma doença terminal, pelo menos pra mim foi um livro sobre a efemeridade da vida, sobre como cada momento é importante, como a gente luta todos os dias e como tem certezas coisas que simplesmente acontecem. Para acabar um trecho que eu gostei muito do livro:
"Mas esta não é uma história de câncer,porque livros assim são um horror. Tipo, em livros com histórias de câncer, a pessoa que tem o câncer abre uma instituição de caridade para arrecadar dinheiro e ajudar na pesquisa na cura, certo? E o comprometimento com a caridade faz com que essa pessoa seja relembrada da bondade inerente ao ser humano, e se sinta amada e encorajada porque deixará um legado para a erradicação do câncer."

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom



Rebecca Bloom é uma jornalista de finanças, mas também é uma consumista incorrigível. Ela divide um apartamento com sua melhor amiga Suze, uma organizada e talentosa nova rica. Enquanto isso Becky está cada vez mais endividada além de mentir para todos ao seu redor. Usando de meios inusitados ela tenta se safar dos compromissos, porém os cobradores não desistem assim tão fácil.
O livro é leve e divertido, mas não me empolgou o suficiente. Talvez por eu ter assistido o filme antes eu ache a personagem do livro muito mais fútil e tola. Mas para quem gosta de uma boa personagem tonta e superficial é um excelente livro. Para quem não gosta vale a pena ler mesmo assim, não é um best-seller mas pode ser bem legal.


Becky Bloom - Delirios De Consumo Na Quinta Avenida



Ao que parece Becky Bloom reorganizou sua vida, pagou suas contas, tem uma relação ótima com seu gerente no banco, um emprego maravilhoso na TV, um namorado excelente e tudo parece perfeito. Exceto que, bem, talvez ela tenha exagerado no sue consumo novamente, deixado as contas de lado, e passado do limite no cheque especial.
Quando ela vai com Luke para Nova York, aonde pretendem morar, é como se todos os seus sonhos tivessem se realizando,como se ela pertencesse ali. Várias emissoras estão interessadas nela, e as lojas em NY são maravilhosas, tantas coisas úteis sem as quais ela não pode viver.
Sem se dar conta de estar cometendo o mesmo erro Becky fica novamente endividada e com a demissão de Derek Smeath, o novo gerente não parece ser tão amigável.
Becky consegue ser mais chata nesse livro do que no primeiro. Com sua grande e tola mania de achar que é uma milionária com um cartão sem limite, de ignorar o fato de ser uma adulta, de mentir mais que tudo e de achar que as coisas vão se resolver magicamente. Apesar de não ter neda contra a autora eu fico me perguntando em que momento ela achou que todos iriam se identificar com uma consumista tola e superficial. E novamente me pergunto onde está a parte engraçada do livro, eu não ri em momento algum. Continuo determinada a acabar a série e realmente espero que a protagonista melhore nos outros livros e eles não sejam tão irritantes e tediosos.

A Menina que brincava com Fogo


A Menina Que Brincava Com Fogo
A Millennium está a todo vapor, um número temático está sendo produzido, assim como um livro e tudo isso com base no trabalho de Dag e Mia Svensson: o tráfico internacional de mulheres. Após meses sem falar com Mikael Blomkvist, Lisbeth resolve verificar seu computador e achava os manuscritos do trabalho de Dag e Mia e neles encontra um nome conhecido dela: Zala.
Mas as coisas não correm tão bem assim quando Dag e Mia são encontrados mortos e as digitais de Salander podem ser encontradas nos corpos. Procurada pelo a polícia, crucificada pela mídia ela é acusada de três assassinatos: Dag e Mai Svensson e seu tutor Niels Bjurman.
Lisbeth foge e mesmo parecendo culpada, Mikael resolve que chegou a hora de prestar as contas de sua dívida com ela, e começa a procurar provas que a inocentem . Não pense entretanto que Salander apenas se escondeu, ela começa a investigar por conta própria os suspeitos que Dag e Mia investigavam.
Numa trama cheia de mistérios e crimes chocantes, a verdade pode nem sempre ser tão óbvia, as pessoas podem não ser inocentes e a sociedade esconde muito mais para debaixo do tapete do que é de se imaginar.

As Vantagens de Ser Invisível



Quando ouvi falar de um filme com Logan Lerman, Emma Watson e Nina Dobrev eu já fiquei empolgada para assistir e quando descobri que tinha um livro bem praticamente devorei.
Acho difícil escrever uma resenha desse livro, assim como é difícil explicar ele pra alguém é algo que tem mais haver com sentir propriamente. Primeiramente eu gostei do livro ter sido escrito na forma de cartas, que ao mesmo tempo são um diário, torna tudo tão mais pessoal e ainda assim tão detalhado. Charlie não é de longe o melhor protagonista do universo, longe disso ele é um cara confuso acima de tudo. Mas eu me reconheci nele nas primeiras cartas quando ele diz não estar acostumado a ler aos poucos, quando diz que precisa participar mais. Eu fiquei realmente feliz quando ele conhece Patrick e Sam, dois veteranos bem resolvidos e descolados. Com eles Charlie parecia realmente participar de alguma coisa.
A família dele pra mim era confusa. A mãe era submissa, o pai carinhoso mais distante, a irmã uma maluca e o irmão estava na faculdade e é até difícil ter algo a dizer sobre eles. Mas desde o princípio além do querido amigo a personagem que mais despertou minha curiosidade foi Tia Helen. Quem era ela? Afinal ela foi a pessoa mais próxima de Charlie, a única que realmente o entendia. Como ela morreu? Porque ela foi morar com eles? Tantas perguntas.
O livro em si foi todo emocionante pelo menos pra mim, eu queria ser amiga de Charlie, queria dizer pra ele que estava tudo bem. Não vou contar mais e espero que assim como eu vocês gostem.

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Os homens que não amavam as mulheres


Confesso que de inicio fiquei curiosa por causa do titulo “Os homens que não amavam as mulheres”, depois de tantos romances se tornando best-seller esse livro continha a promessa de ser diferente. Também digo que não me decepcionei.
O inicio pode ser um pouco cansativo se você, assim como eu, não tiver tanto interesse em crimes econômicos e seus detalhes porém por mais que não te atraia acaba te deixando curioso para entender porque um dos personagens principais, Mikael Blomkvist, sendo inocente não tenta se defender. A outra personagem principal é citada primeiramente pela imagem que seu chefe faz dela: uma garota estranha, bem estranha. Com pierciengs e diversas tatuagens, Lisbeth Salander não é o que se pode dizer de uma garota comum. Mantida sob tutela devido a alegação de ser incapaz, ela é anti-social, detesta falar sobre sua vida privada, além de ter uma inteligência além do comum.
Henrik Vanger, outro personagem central nesse livro, é um magnata aposentado que contrata os serviços de Blomkvist para investigar o desaparecimento da sal sobrinha, Harriet Vanger, trinta e seis anos antes. Henrik acredita que alguém da família tenha matado a garota por ela ser um dos nomes mais cotados para assumir a presidência da empresa, apesar de ser um jornalista econômico, Mikael aceita. Está precisando dar um tempo depois de todo o polêmico caso o Wenneström que o levou a justiça. E é devido a este caso que ele acaba precisando dos serviços de Lisbeth.
Com uma trama envolvente e cheia de momentos, que podem-se dizer, tensos o livro acaba cativando o leitor com sua mocinha que não é tão inocente, o mocinho que não é tão bobo além de chocar o leitor com uma realidade que ele as vezes esquece que existe. Tão diferente quanto seu titulo a trama é acima de tudo, surpreendente.

Praticamente Inofensiva



Depois de muitos anos de aventuras Arthur Dent se tornara um pacato fazedor de sanduiches em Lamuella e tudo parecia ir bem, tinha até certo prestigio com os moradores locais. Ford Prefect estava com problemas: o Guia fora vendido para outra editora e tudo indicava que ele ia perder a liberdade de trabalho que tanto gostava. Tricia McMillan era uma repórter de sucesso intergaláctico e tinha uma rotina normal, até descobrirem o planeta Rupert.
 De uma hora pra outra eis que eles se reencontram e as coisas começam a complicar. Assistem juntos o inevitável destino da Terra. Tentando manter suas próprias sanidades e, diga-se de passagem, complicar a nossa.
 Apesar das diversas polêmicas que envolvem esse livro, eu gostei. A trama possui reviravoltas surpreendentes e Douglas Adams soube como sempre prender o leitor. É triste chegar ao fim dessa “trilogia de cinco” mas ao mesmo tempo é bom saber sobre o que acontece com nossos personagens queridos. O final é emocionante, surpreendente, irônico e de minha opinião nem tão feliz assim, o que acabava não fazendo diferença pois continua sendo excelente.

domingo, 11 de novembro de 2012

A Vida, O Universo e Tudo Mais

A Vida, o Universo e Tudo Mais
Depois de cinco anos vivendo tranquilamente na Terra pré-histórica Arthur se depara num dia com seu velho amigo Ford Prefect, que como era de se esperar está mais louco do que o normal. Ele vem como papo de que eles precisam partir, ocorreu um perturbação nas correntes do espaço-tempo e acabam pegando carona num sofá que apareceu no meio do nada e este os leva ao Lord’s Cricket Ground, em Londres, apenas dois dias antes da Terra ser demolida. Numa nave super moderna que mais parece um bistrô italiano e que está parada o meio do campo está Slartibartfast, o magratheano premiado por criar fiordes. Arthur e Ford entram na nave dele e acabam descobrindo que precisam salvar o Universo de robôs xenófobos. Nesse processo de tentar impedir os robôs, salvar o universo, achar chá para Arthur e uma boa festa para Ford, eles acabam encontrando Trillian que deixara a Coração de Ouro com um Zaphod profundamente filosófico. Sem mais comentários sobre a genialidade de Douglas Adams ao escrever sua famosa “trilogia de cinco”.