domingo, 8 de maio de 2016

Porque gostei das fotos e não tinha onde postar beijos








Esse semestre as coisas tão pegando na faculdade. Eu tenho 6 matérias que são muito importantes e que todos os professores estão dando aula, tem o inglês, tem a academia, tem a casa pra cuidar e ainda me envolvi num projeto de pesquisa. Não tive tempo pra fazer texto reflexivo em relação ao meu aniversário de 18 anos e como as coisas não são da maneira como a gente imagina e a gente vai ficando mais velha e cada dia mais preocupada em quando vai chegar aquela life change. Não tive tempo pra contar do boy que estava conversando e parecia legal e parecia se encaminhando e ai ele foi babaca, muito babaca. Não to tendo tempo pra falar do meu crush sensacional, da política brasileira que tá 100% muito louca (o impeachment passou na câmara, cunha foi afastado depois de muita luta, tá tudo mega confuso). Vivo reclamando que não tenho tempo pra fazer um monte de coisas e talvez a verdade seja que eu nem sei como começar a contar porque na minha mente tá tudo meio sem ordem, fora que vivo entrando nuns loops depressivos. Tenho ficado muito na bad ultimamente, sem nem precisar ouvir minhas músicas deprês. Juntei um casal de amigos meus e eles estão muito amorzinhos, fico tão feliz. Enfim, tem prova essa semana e eu deveria estar estudando, mas não sei por onde mais, acho que já estudei tudo e ainda parece faltar alguma coisa. Vem sendo bem complicado esses dias, tenho tido muitas vontades de chorar e gritar e sumir, mas estamos ai. Vencendo cada dia de cada vez. Estamos ai.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

TAG: Verão Literário




  



 


1. Sol: um livro que iluminou seu dia - Extraordinário
Meu comentário sobre esse livro é que não importa a sua idade, seu problema, sua situação. Todo mundo deveria ler esse livro. Não é uma história triste de um menino que sofria bullying por ser diferente e como crianças podem ser cruéis, é a história de um garoto que tinha um problema e conseguia lidar com isso mas as pessoas ao redor dele não. É como julgamos pela aparência, somos grossos sem necessidade, e desaprendemos a ser gentis. Mas também é sobre amizade, bondade, respeito, felicidade e gentileza. Sobre "como os bons são maioria" e que "o universo nunca deixa ninguém desamparado". Esse livro é extraordinário e me ensinou que ser gentil conquista montanhas.




2. Sorvete: um livro meloso. - Um amor pra recordar
Chato. Não gosto de falar sobre. Não lembro direito. Não recomendo. 






3. Água de coco: um livro que nem todos gostam. - Um Dia
 Tem um monte de gente que não gosta por n razões, acho que tem seus defeitos, mas ainda assim é muito bom. 









4. Praia: um livro com muitos personagens.- A tormenta de espadas 
Precisa explicar?










5. Mar: um livro com um personagem que se você pudesse, você afogaria - Madame Bovary
Madame Bovary é um livro cansativo. As descrições tornam o livro maçante e Emma é insuportável. Pode até ser um retrato social da época, porém a futilidade e o não contentamento dela são irritantes. De princípio percebe-se uma crítica ao romantismo ao falar que Emma sonhava com um cavaleiro e ter toda aquela vida dos romances que lia.




6. Areia: um livro desagradável. - Iracema 
Escolhi esse dentre milhares. É chato e fui obrigada a ler então piorou.






7. Viagem: um livro que você demorou para terminar. - Suíte em Quatro Movimentos
A faculdade me fez levar uns 3 meses pra terminar de ler. Mas a história é bem legal.







8. Suor: um livro que te fez suar de tanto nervosismo. -   Inferno
Já falei em outras oportunidade que tive pesadelos quando terminei.








9. Água: um livro essencial na sua vida. - O diário de Anne Frank 
Nem preciso explicar também.






10. Verão: um livro com partes boas e partes ruins. - Amor Líquido
Maravilhoso porém meio chatinho. 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Desabafo

Não me sinto bem. Desde o carnaval que venho me sentindo desconfortável na minha própria pele de novo (desde o início do ano na verdade). Todos aqueles sentimentos de angústia, incompreensão e querer desparecer voltaram, primeiro achei que eram os hormônios, mas agora não sei mais. Já era pra ter acabado aquela fase em que a gente se sente um nada incompreendido da adolescência, certo? Preciso saber que vai ficar tudo bem, me sinto entrando em desespero. Não tenho com quem conversar, me sinto nada. Queria chorar e sumir. Sumir.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2016

Escrevo isso as 16:36, de uma tarde quente pra caramba no dia 02/02 (beijos pra mãe das águas, queria estar na praia só pra agradecer). Já que hoje caros leitores imaginários, faz 1 ano que eu vim conhecer a terra de Jorge Amado e me matricular na faculdade e é louco demais imaginar o tanto de cosia que mudou e já passou nesse um ano, e esses fogos fazendo brulho, as meninas gritando na sala, o Código Civil me julgando porque não estou estudando, enfim tudo é sinal. Brincando com meus colegas a gente tava falando que esse semestre tá uma bosta, mas tá acabando e é bem isso, foi difícil pra caramba, foi puxado, foi tudo e mais um pouco, mas foi. Encontrei ontem um amigo que não via a quase um ano e eu queria perguntar pra ele: você acha que eu mudei? eu pareço nem que seja um pouquinho diferente? " Porque eu me sinto assim, me sinto esquisita e confortável, estranha o tempo todo. É normal que agora eu passe um bom tempo falando sobre leis e coisas assim, é normal falar sobre Chaves e discutir a implicação da hermenêutica no nosso cotidiano, ou se posicionar em divergências doutrinárias. É normal sentir todo mundo se afastando? Enfim escrevi tudo isso, pra poder falar do crush e de como talvez eu esteja mais obcecada que o normal. Enfim. Amanhã tem prova.

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

COMEÇAMOS 2016
COMEÇO CLEAN
MUDEI AS COISAS
QUERO MUDAR MAIS COISAS
QUERO MUDAR TODAS AS ESTRUTURAS
E FAZER VALER A REVOLUÇÃO
MAS AMANHÃ TEM PROVA
ENTÃO A REVOLUÇÃO FICA PRA DAQUI UM TEMPINHO
QUE ESSE SEJA O ANO
OU TALVEZ MAIS UM ANO
MAS QUE SEJA BOM E
QUE NO FIM A GENTE TERMINE DIZENDO QUE VALEU A PENA
PORQUE TUDO VALE A PENA SE A ALAM NÃO É PEQUENA

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Let the skyfall

Esse ano eu demorei e muito pra começar a fazer a retrospectiva, talvez porque tinha cada vez mais a sensação de que não teria tempo pra fazer tudo que queria e devia até o dia 31. Escrevo aqui do auge da tarde extremamente quente do dia 28. Foi um ano estranho e novo e cheio de mudanças e de apreensões. Eu me lembro da ansiedade e do medo que eu tinha em janeiro de ter falhado em relação a entrar numa faculdade e da felicidade ao saber que consegui entrar em quatro. Lembro da empolgação e do medo de ter ido morar sozinha, da saudade, da preocupação com a distância me afastar daqueles que eu gosto. De me mudar de casa mais de uma vez, de aprender a pegar ônibus sozinha e a me virar na faculdade, dos trabalhos, das provas, da greve. De voltar pra casa e sentir como se não reconhecesse mais os meus próprios amigos e achar que eu estava diferente de mais, de ter alguém com quem eu gostasse realmente de conversar e me sentir tão madura por isso é ainda assim tão infantil. Todas as brigas, as roupas, os momentos, as risadas, todo o tédio e o medo de cancelarem o semestre e a decepção também por que não, ah, eu me lembro. Das amizades que eu fiz e de todos os momentos rindo ou andando pela uesc só pra não assistir a aula. O festival de inverno e as idas a praia. As férias em outubro sem wifi, o segundo semestre meio whaaat. Os crushes , o curso de inglês, a mudança, ter que tomar decisões importantes sozinha. Te digo que foi um ano louco, bem louco. Cheio de tudo e de nada. Faltam 4 dias para acabar o ano e eu me sinto angustiada em relação a um monte de coisas, da faculdade as amizades, a se estou aproveitando minha vida e se estou tomando as decisões certas. 2015 teve tanta tragédia, tanta coisa ruim acontecendo e eu gosto de me esconder no meu mundo faz de conta, mas sinto medo realmente. Como se tudo fosse mais tranquilo ou melhor alguns anos atrás. Mas o mundo muda e a gente também,  peço a Deus ombros mais fortes, por mais um ano e peço coragem também. Não fiz carta nem pedido pra papai Noel esse ano, em virtude do tempo, da criatividade de tudo, mas lembro e apelo a esse bom velhinho que 2016 desperte o melhor em nós, que a humanidade antes de tudo aprenda a ser humana, e que eu deixe de soar tão clichê.